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junho 10, 2013
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Aterro de Malagrotta (Roma), o maior da Europa – Carlo Galeffi

Malagrotta è uma aldeia, perto de Roma, famosa em toda a Europa para ser o maior aterro do velho continente. Posicionada entre Fiumicino, Ponte Galeria e Piana del Sole, é conhecida pela presença do aterro em Roma e parte da sua província.

Em 35 anos passou a ter uma extensão de 240 hectares, que inclui os 4.500 a 5.000 toneladas de lixo por dia, incluindo até mesmo o desperdício dos dois aeroportos de Fiumicino e Ciampino, e produz 330 toneladas de lixiviados e resíduos por ano.

Faz parte daquelas infra-estruturas que são referidas sob a sigla NIMBY (“Not in My Back Yard”). Essas infra-estruturas, a importância das quais todos estão conscientes, mas que ninguém quer perto da propria casa.

Um grande sinal de estrada em que está escrito “Bem-vindos a Malagrotta” da, ironicamente, saudação aos visitantes. Bem-vindo especialmente para bandos de aves que o rei do lixo Manlio Cerroni alimenta aqui derramando todo o lixo de 3 milhões de Romanos.

Uma vez no local, a primeira impressão é que o aterro sanitário não existe. Na realidade, somente depois entende-se que é um lugar tão vasto, em seus mais de 200 hectares de tamanho, que é fácil ficar já dentro sem perceber.

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Há 10 anos os primeiros grandes problemas iniciaram, com a concomitante situação de saturação das outras três fábricas na província romana: o de Albano Lazio, Bracciano e Guidonia.

A Europa intimou mais vezes a Itália a fechar este site, mas a região continuou a conceder isenções e os cidadãos nunca acreditaram em tudo que o aterro teria desaparecido. A legislação europeia, que não permite o armazenamento de matéria-prima, sem tratamento em aterros sanitários, teria sido obrigado a fechar a fábrica até 31 de Dezembro de 2007, mas intervenções de política permitiram prorrogações (duas vezes em 2008).

No aterro sanitário de Malagrotta em Roma continuou-se a jogar toneladas de lixo sem tratamento, apesar de Bruxelas foi categoricamente proibido.

O que antes era uma pedreira hoje, para a extensão em extensão, tornou-se uma colina de quase 50 metros de altura, onde continuam-se a descarregar outros resíduos de qualquer espécie. Material que, de acordo com algumas estimativas, é tratado por apenas 20% do volume total. Uma mal atenção certificada pela denùncia que a Comissão Europeia apresentou ao Tribunal de Justiça em março deste ano, em que denuncia-se o estado de degradação e de emergência em que o aterro sanitário.

aterro italia

Um dos problemas è, com certeza, a falta de reciclagem em una cidade grande como è Roma. Uma cidade que recicla 24%, ainda agora. Pouco, se comparado também com outras cidades ou países (Turim 45%, San Francisco 78%, Alemanha 62%, Áustria 63%).

A política, infelizmente, parece ainda agora presa entre o que são as necessidades dos cidadãos e os interesses econômicos de um tipo completamente diferente. Sem tomar decisões de longo prazo. E não pensando em intervenções, também impopulares, mas de acordo com uma perspectiva futura e uma solução real e transparente do problema.

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About gleysson

gleysson

Sou especialista em transformar problemas ambientais em negócios sustentáveis. Formado em Dip. Ing. Verfahrenstechnik (Eng. Química) pela Universidade de Ciências Aplicadas de Frankfurt/M na Alemanha com especialização e experiência em Tecnologias para geração de Energia e Engenharia Ambiental. Larga experiência em Resíduos Sólidos com foco em Biodigestores Anaeróbios

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