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janeiro 20, 2016
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CGEE apresenta resultados preliminares do projeto Cidades Sustentáveis

Já imaginou cidades com acesso à habitação e transporte de qualidade para todos? Estes são alguns dos itens que compõem o décimo primeiro objetivo do milênio proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) para tornar as cidades sustentáveis mais inclusivas e seguras. Pensando nisso, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) realizou o projeto “Cidades Sustentáveis”, cujos resultados preliminares foram apresentados nos dias 19 e 20, durante seminário internacional.

O encontro “Brasil – Europa em urbanização sustentável e soluções baseadas na natureza” contou com representantes do CGEE, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secis/MCTI), da Comissão Europeia, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), do Ministério das Cidades (MCid), do Governo do Distrito Federal (GDF), da Rede Nossa São Paulo, do Porto Digital, dentre outros.

Os especialistas discutiram possibilidades para o desdobramento da atual situação brasileira em relação ao tema, com o objetivo de propor soluções. Para o presidente do CGEE, Mariano Laplane, o seminário foi uma oportunidade para que todos aprendessem juntos.

“Temos uma enorme dificuldade de planejar, monitorar e manter soluções que, no caso das cidades, têm que ser coletivas. Precisamos de uma enorme mobilização da sociedade civil e do governo para começar hoje a construir essas cidades”, afirmou.

O coordenador do Projeto Cidades Sustentáveis, do CGEE, Cristiano Cagnin, mostrou alguns dos resultados preliminares do estudo, que foram discutidos ainda na manhã da quinta-feira (19) em oficina realizada no Centro. As primeiras etapas trouxeram uma visão coletiva de cidade sustentável, de seus principais desafios e potenciais soluções, com base em ampla pesquisa bibliográfica, em workshops realizados no Centro, na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) 2015 e em uma consulta pública lançada no último mês.

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Em 2012, o Programa Cidades Sustentáveis lançou a Carta Compromisso, des6nada a par6dos polí6cos, candidatos e prefeitos. O obje6vo é ajudar os gestores públicos a melhorar a qualidade de vida da população. A Carta compromete as prefeituras em produzir um diagnós6co baseado nos indicadores da Plataforma Cidades Sustentáveis e que estabeleçam um Plano de metas contemplando os 12 eixos da Plataforma para os quatro anos da gestão.

Em 2012, o Programa Cidades Sustentáveis lançou a Carta Compromisso, destinada a partidos políticos, candidatos e prefeitos. O objetivo é ajudar os gestores públicos a melhorar a qualidade de vida da
população.  A Carta compromete as prefeituras em produzir um diagnóstico baseado nos indicadores da Plataforma Cidades Sustentáveis e que estabeleçam um Plano de metas contemplando os 12 eixos da Plataforma para os quatro anos da gestão.

De acordo com o presidente do CNPq, Hernan Chaimovich, a conscientização com relação às consequências da atuação humana nas cidades deverá crescer. Nesse contexto, ele destacou a importância de que as soluções se baseiem nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. A representante da Comissão Europeia, Birgit de Boissezon, completou afirmando que o seminário é um primeiro passo muito importante para que haja uma colaboração mais próxima entre as instituições que lidam com o tema no Brasil e na Europa.

O analista em Ciência e Tecnologia do MCTI, Guilherme Wiedman, apresentou os programas estruturantes de tecnologia para cidades sustentáveis da Secis. “A pesquisa aplicada manifesta bem os projetos da secretaria. A ideia é tirar o conhecimento da academia e levar para um plano real, de ação”, lembrou. O Projeto Cidades Sustentáveis do CGEE surgiu como demanda do MCTI e visa a criar diretrizes para que o ministério estabeleça prioridades.

Com os dados em mãos, o Centro visa a desenvolver uma agenda de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) que combine desafios herdados de um desenvolvimento desigual, como obstáculos no saneamento, em moradia e áreas degradadas sujeitas a riscos ambientais, com desafios contemporâneos, como a expansão urbana, o uso e a ocupação do solo e acesso a serviços. Unindo os elementos em uma agenda de CT&I, o estudo servirá de subsídio para a tomada de decisões no MCTI.

Todas as apresentações estão disponibilizadas AQUI.

São 59 páginas bastante ilustradas e com links para alguns vídeos exclusivos. O conteúdo do eBook abrange A biodigestão anaeróbia, Fatores que influem na produção de biogás, As fases da biodigestão anaeróbia com informações detalhadas sobre a Hidrólise, Acidogênese, Acetogênese, Metanogênese e Sulfatogênese.

Confira o áudio completo do evento:

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About Gleysson B. Machado

Gleysson B. Machado

Sou especialista em transformar problemas ambientais em negócios sustentáveis. Formado em Dip. Ing. Verfahrenstechnik (Eng. Química) pela Universidade de Ciências Aplicadas de Frankfurt/M na Alemanha com especialização e experiência em Tecnologias para geração de Energia e Engenharia Ambiental. Larga experiência em Resíduos Sólidos com foco em Biodigestores Anaeróbios

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