COMÉRCIO DE RECICLÁVEIS PARA A CHINA

Transformação e Desafios: O comércio de recicláveis para a China já foi um pilar da indústria global de reciclagem, oferecendo um destino lucrativo para resíduos reutilizáveis. Com a recente proibição chinesa sobre a importação de certos resíduos, os países exportadores enfrentam o desafio de adaptar suas estratégias e buscar novos mercados.
O que é o mercado internacional de recicláveis? Por que existe o comércio de recicláveis para a China? Que tipo de recicláveis os chineses compram? Por que a China proibiu a importação de recicláveis? Que tipo de recicláveis ainda podem ser exportados para a China? Quais as alternativas para países exportadores de recicláveis? Como entender as oportunidades para consultores em comércio de recicláveis nos países exportadores? Como se especializar em comércio de recicláveis? 

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COMÉRCIO DE RECICLÁVEIS PARA A CHINA. O comércio global de recicláveis, especialmente a relação com a China, é um tópico crucial no contexto da gestão de resíduos e sustentabilidade ambiental. A cada dia, o mundo gera uma quantidade crescente de resíduos, com estimativas indicando que a produção global de lixo pode chegar a 3,4 bilhões de toneladas até 2050, segundo o Banco Mundial. Esta realidade destaca a importância crucial de uma destinação ambientalmente adequada para esses resíduos, evitando impactos negativos ao meio ambiente e à saúde humana.

O mercado de recicláveis oferece oportunidades significativas neste cenário. A reciclagem não só reduz a necessidade de extração de matérias-primas virgens, mas também diminui a emissão de gases de efeito estufa e o consumo de energia. Antes da restrição imposta pela China, este país era o destino principal para muitos recicláveis globais, devido à sua demanda por materiais para alimentar seu setor de manufatura. De acordo com a Organização das Nações Unidas, o comércio de produtos recicláveis com a China e Hong Kong movimentou cerca de 21,6 bilhões de dólares em um ano, destacando a importância deste mercado.

No entanto, a proibição da China à importação de certos tipos de resíduos, iniciada em 2018, representou um momento decisivo, forçando uma reavaliação global das práticas de reciclagem. Esta medida, destinada a melhorar a gestão de resíduos domésticos e promover a reciclagem local, causou um impacto significativo no mercado global de recicláveis. Países exportadores de resíduos, como Estados Unidos e Reino Unido, tiveram que buscar alternativas para lidar com seus recicláveis, muitas vezes resultando em acumulação de resíduos e maior dependência de aterros sanitários ou incineração. A longo prazo, esta situação pode impulsionar inovações em tecnologias de reciclagem e estimular uma gestão de resíduos mais sustentável e autossuficiente nos países exportadores. A proibição chinesa, portanto, pode ser vista como um catalisador para uma mudança necessária na forma como o mundo aborda a reciclagem e a gestão de resíduos. 

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O que é o mercado internacional de recicláveis? 

O mercado internacional de recicláveis refere-se à compra e venda global de materiais que podem ser reprocessados e reutilizados em novos produtos. Este mercado abrange uma ampla gama de materiais, incluindo, mas não se limitando a, papel, plástico, vidro, metal e tecidos.

  • Estrutura do Mercado: O mercado é composto por uma cadeia de fornecimento que inclui a coleta de materiais recicláveis, a triagem e processamento desses materiais, e finalmente, sua venda para empresas que os utilizarão como matéria-prima. Este processo envolve tanto os países exportadores (frequentemente nações desenvolvidas com sistemas de reciclagem estabelecidos) quanto os países importadores (geralmente nações em desenvolvimento com indústrias de manufatura que precisam de matéria-prima barata).
  • Dinâmica de Mercado: O mercado é influenciado por diversos fatores, incluindo políticas ambientais, demanda industrial, preços de commodities e desenvolvimentos tecnológicos. Por exemplo, a proibição pela China da importação de certos tipos de resíduos sólidos teve um impacto significativo, redirecionando fluxos de recicláveis para outros países e estimulando mudanças nas práticas de gestão de resíduos em países exportadores.
  • Importância Ambiental e Econômica: O comércio de recicláveis é essencial não só do ponto de vista ambiental, ajudando a reduzir o volume de resíduos destinados a aterros e a diminuir a extração de recursos naturais, mas também do ponto de vista econômico. Ele oferece oportunidades de negócio e emprego em setores como coleta, processamento e fabricação de novos produtos a partir de materiais reciclados.
  • Desafios e Tendências: Os desafios neste mercado incluem a necessidade de melhorar a qualidade e a separação dos materiais recicláveis, o desenvolvimento de infraestruturas de reciclagem eficientes e a adaptação às mudanças nas políticas de importação de resíduos. Existe também uma crescente tendência para inovações tecnológicas que aumentam a eficiência do processamento de recicláveis e para políticas que incentivam a economia circular.

O mercado internacional de recicláveis é uma parte crucial da economia global, desempenhando um papel significativo na gestão ambientalmente sustentável de resíduos e no fornecimento de matérias-primas para a indústria.

Por que existe o comércio de recicláveis para a China? 

O comércio de recicláveis para a China desempenha um papel vital na promoção da sustentabilidade global, permitindo que materiais valiosos sejam reciclados em vez de descartados em aterros, reduzindo assim o impacto ambiental negativo.

O comércio de recicláveis para a China desempenha um papel vital na promoção da sustentabilidade global, permitindo que materiais valiosos sejam reciclados em vez de descartados em aterros, reduzindo assim o impacto ambiental
A demanda chinesa por recicláveis impulsiona a expansão da indústria de reciclagem em todo o mundo, criando empregos e oportunidades econômicas.

O comércio de recicláveis para a China, historicamente, tem sido impulsionado por várias razões econômicas e industriais:

  • Demanda por Matérias-Primas: A China, como uma das maiores economias industriais do mundo, tem uma demanda significativa por matérias-primas para alimentar suas indústrias de manufatura. Os materiais recicláveis, como papel, plástico e metal, são usados como insumos em vários processos de fabricação. Portanto, a importação de recicláveis forneceu uma fonte de matéria-prima relativamente barata e abundante.
  • Custos de Processamento Baixos: Tradicionalmente, a China tinha custos de mão de obra mais baixos em comparação com muitos países ocidentais. Isso tornava o processamento de recicláveis mais econômico, mesmo considerando os custos de transporte dos materiais do exterior.
  • Capacidade de Infraestrutura de Reciclagem: A China desenvolveu uma infraestrutura substancial para processar grandes volumes de materiais recicláveis. Esta capacidade permitiu que o país processasse e transformasse eficientemente os resíduos importados em novos produtos.
  • Benefício no Comércio Internacional: Muitos países exportadores de recicláveis, especialmente aqueles com menor capacidade de reciclagem, acharam vantajoso exportar seus resíduos para a China. Isso não só resolvia o problema de lidar com grandes volumes de resíduos domésticos, mas também gerava receita para esses países.
  • Impacto Ambiental e Regulamentações: Embora a exportação de recicláveis para a China tivesse vantagens econômicas, também surgiram preocupações ambientais e regulatórias. A importação maciça de resíduos contribuiu para problemas ambientais na China, levando a uma reavaliação das políticas e regulamentações do país em relação à importação de resíduos.
  • Mudanças Recentes na Política: Nos últimos anos, a China implementou políticas mais rígidas em relação à importação de resíduos, visando melhorar a gestão ambiental interna e desenvolver sua própria indústria de reciclagem. Esta mudança teve um impacto significativo no comércio global de recicláveis, forçando os países exportadores a buscar alternativas para a gestão de seus resíduos recicláveis.

Liderança Sustentável: A China desempenha um papel central no comércio de recicláveis para a China, liderando esforços globais para a sustentabilidade. Com sua proibição seletiva de importações, o país está incentivando práticas mais responsáveis e eficientes em todo o mundo.

Por que a China proibiu a importação de recicláveis? 

A proibição pela China da importação de certos tipos de recicláveis é um reflexo de uma série de preocupações e estratégias internas do país. Inicialmente, a China enfrentava desafios ambientais e de saúde pública significativos devido ao processamento inadequado de resíduos importados. Muitos desses materiais reciclados continham contaminantes e eram tratados de maneira que prejudicava tanto o meio ambiente quanto a saúde das populações locais. Esses problemas ambientais eram exacerbados pela falta de regulamentações rigorosas e infraestrutura adequada para lidar com a variedade e volume de resíduos importados.

Desenvolvimento da Indústria Local: A proibição visa fortalecer a indústria de reciclagem local, reduzindo a dependência de resíduos estrangeiros e incentivando investimentos em tecnologias e infraestrutura domésticas.
Problemas Ambientais: A China proibiu a importação de recicláveis devido a sérios problemas ambientais e de saúde causados pelo processamento inadequado de resíduos importados. Esses materiais frequentemente continham contaminantes, prejudicando o meio ambiente e a saúde pública.

Além das questões ambientais, a proibição está alinhada com o objetivo maior da China de desenvolver e fortalecer sua própria indústria de reciclagem. Reduzindo a dependência de resíduos estrangeiros, o país busca promover a sustentabilidade, melhorando a gestão de resíduos e incentivando o uso eficiente de recursos. Essa mudança é parte de um esforço mais amplo, conhecido como a política de “Zero Resíduos”, que visa melhorar a reciclagem de produtos sólidos e reduzir os descartes em todo o país.

Além disso, a proibição também serve como uma medida contra o contrabando de lixo. O aumento do contrabando de resíduos para a China, muitas vezes em pequenas quantidades e difíceis de rastrear, levou as autoridades a implementar controles mais rigorosos e tecnologias avançadas de rastreamento para combater essas práticas ilegais.

Por fim, a decisão da China pode ser vista dentro de um contexto mais amplo de mudanças políticas e econômicas, refletindo um movimento em direção a políticas mais focadas em questões ambientais e sustentabilidade. A proibição não é apenas uma resposta às preocupações ambientais imediatas, mas também uma parte integral da estratégia da China para promover a auto-suficiência em recursos e fomentar um desenvolvimento mais sustentável e ecologicamente responsável.

Que tipo de recicláveis os chineses compram? 

Após a implementação de sua política de proibição de importação de certos tipos de resíduos sólidos, a China passou a ser muito mais seletiva em relação aos tipos de recicláveis que importa. Embora a proibição tenha impactado significativamente a entrada de muitos tipos de resíduos recicláveis, o país ainda demonstra interesse em certos materiais que são cruciais para suas indústrias.

Crescente Demanda: A crescente demanda por materiais reciclados na China está impulsionando inovações na indústria global de reciclagem. Empresas e países exportadores buscam atender às rigorosas normas de qualidade chinesas para acessar esse mercado em crescimento.

Entre os materiais que a China ainda importa, destacam-se os recicláveis de alta qualidade e com baixa contaminação. Isso inclui alguns tipos específicos de papel e papelão, que são essenciais para a indústria de embalagens do país. Papel e papelão limpos e bem separados continuam sendo importantes, pois a demanda interna por esses materiais ainda supera a oferta local. Além disso, alguns tipos de plásticos de alta qualidade, especialmente aqueles que são mais fáceis de reciclar e que têm um mercado robusto para produtos reciclados, também podem ser de interesse.

Redução de Impacto Ambiental: O uso de materiais recicláveis pela indústria chinesa contribui para a redução da extração de recursos naturais e emissões de carbono. Estima-se que a reciclagem de plástico na China tenha economizado mais de 11 milhões de toneladas de petróleo bruto em 2020.
Crescente Uso de Materiais Recicláveis: A indústria chinesa está adotando cada vez mais materiais recicláveis em sua produção. Em 2020, a China utilizou cerca de 48,4 milhões de toneladas de papel reciclado, economizando valiosas matérias-primas.

Metais, como cobre e alumínio, também são materiais recicláveis que a China continua importando, dada a sua ampla aplicabilidade em várias indústrias, incluindo construção e fabricação de eletrônicos. Estes materiais são geralmente mais fáceis de reciclar e têm um valor de mercado significativo, o que os torna atraentes apesar das restrições mais amplas sobre a importação de resíduos.

É importante notar que, embora a China ainda importe alguns recicláveis, os padrões para a qualidade e a contaminação desses materiais são agora muito mais rigorosos. Isso reflete o compromisso contínuo do país em melhorar sua gestão de resíduos e desenvolver sua própria indústria de reciclagem, ao mesmo tempo em que minimiza os impactos ambientais negativos associados à importação de resíduos de baixa qualidade.

Que tipo de recicláveis não podem mais ser exportados para a China? 

Antes das restrições impostas recentemente, a China era o principal importador mundial de diversos tipos de materiais recicláveis, incluindo plástico, papel e metais. Essa demanda era impulsionada principalmente pela necessidade de matérias-primas para a crescente indústria de produtos plásticos e de papelão do país. Fabricantes chineses e de Hong Kong, por exemplo, importaram 7,3 milhões de toneladas de plástico para reciclagem em 2016, representando cerca de 70% de todo o plástico descartado globalmente naquele ano. Esses materiais provinham principalmente de países desenvolvidos, como Japão, Estados Unidos e nações da União Europeia.

No entanto, a situação mudou a partir de 2018, quando a China anunciou a proibição da importação de certos tipos de materiais para reciclagem. Esta medida incluiu novas regras sobre os tipos de materiais recicláveis que poderiam ser importados, com um foco especial na proibição de “lixo estrangeiro” – que compreendia plásticos recicláveis, rejeitos têxteis e certos tipos de papel. A decisão da China, parte das políticas Green Fence e National Sword, foi motivada pelo desejo de diminuir a poluição e melhorar a qualidade do ar, além de proteger o meio ambiente do país contra materiais “sujos” e perigosos.

Transformação da Indústria: A China está promovendo uma transformação significativa na indústria de reciclagem ao priorizar a utilização de materiais reciclados em sua produção, reduzindo a dependência de recursos virgens.

A proibição também reflete uma mudança na estratégia da China de depender menos dos resíduos importados e focar mais na reciclagem de lixo produzido internamente, atendendo assim à demanda da indústria local com recursos próprios. Isso representa um grande desafio para países exportadores que antes dependiam do mercado chinês para o manejo de seus resíduos recicláveis. Ao mesmo tempo, abriu novas oportunidades para inovações tecnológicas e avanços na gestão de resíduos recicláveis em nível global.

Documentário sobre o mercado de comércio de recicláveis para a China

Abaixo você pode conferir um documentário completo, dividido em duas partes, sobre o comércio de recicláveis para a China. 

Se você está curioso sobre o fascinante mundo da reciclagem e o comércio internacional de sucata, o documentário “COMÉRCIO DE RECICLÁVEIS PARA A CHINA – PARTE 1” é uma escolha imperdível. Disponível no YouTube, ele oferece um mergulho profundo na intrincada rede de reciclagem e comércio que liga o Japão à China. Este documentário revela como o que é descartado como “lixo” em um país pode se tornar um recurso precioso em outro. Não perca a chance de explorar este tópico intrigante e conhecer as engrenagens ocultas de uma indústria global essencial. Clique no vídeo e assista ao documentário completo agora mesmo!

Este vídeo é essencial para quem se interessa por sustentabilidade e impactos ambientais globais. Ele detalha como o Japão enfrenta desafios na reciclagem de garrafas PET e resíduos eletrônicos, evidenciando as complexidades da indústria de reciclagem e as implicações éticas e ambientais da exportação de lixo. O caso de 1999, onde resíduos médicos foram enviados erroneamente para as Filipinas, ilustra os riscos sérios desse comércio. Este vídeo é uma janela reveladora sobre os desafios ambientais contemporâneos, destacando a importância da responsabilidade e inovação na gestão de resíduos. É uma visão imperdível para quem deseja entender melhor estas questões críticas. Clique no vídeo abaixo para assistir a segunda parte do documentário.

Quais as alternativas para países exportadores de recicláveis? 

Para os países exportadores de recicláveis, a proibição da China sobre a importação de certos tipos de resíduos forçou a busca por alternativas. Essas alternativas são diversas e visam tanto a adaptação às novas condições de mercado quanto a melhoria das práticas de gestão de resíduos. Algumas das principais alternativas incluem:

  • Desenvolvimento de Infraestrutura de Reciclagem Local: Investir em infraestrutura de reciclagem doméstica tornou-se uma prioridade. Isso envolve aprimorar as capacidades de processamento e tratamento de resíduos, assim como a inovação tecnológica para lidar com diferentes tipos de recicláveis de maneira mais eficiente.
  • Fomento da Economia Circular: Promover a economia circular, onde os resíduos são vistos como recursos, pode ajudar a reduzir a dependência de mercados externos. Isso envolve projetar produtos que sejam mais fáceis de reciclar, aumentando a utilização de materiais reciclados na produção e incentivando o consumo responsável.
  • Diversificação dos Mercados de Exportação: Explorar novos mercados para a exportação de recicláveis é outra estratégia. Países do Sudeste Asiático, África e América Latina podem oferecer novas oportunidades, embora muitos também estejam começando a implementar suas próprias restrições à importação de resíduos.
  • Melhoria da Qualidade dos Recicláveis: Melhorar a qualidade dos materiais recicláveis através de uma separação mais eficiente e tratamento prévio pode abrir portas para mercados mais exigentes e aumentar o valor dos materiais.
  • Políticas e Incentivos Governamentais: Governos podem desempenhar um papel crucial através da implementação de políticas que incentivem a reciclagem local, como subsídios para empresas de reciclagem, regulamentações mais rígidas para a gestão de resíduos e programas de conscientização pública.
  • Inovação e Pesquisa: Investir em pesquisa e desenvolvimento para encontrar novas formas de reutilizar e reciclar materiais pode abrir novos caminhos e criar mercados internos para produtos reciclados.
  • Parcerias e Colaborações: Colaborações entre diferentes setores e países podem ajudar a compartilhar conhecimentos, tecnologias e melhores práticas no manejo de resíduos recicláveis.

Essas alternativas não são apenas respostas ao desafio imposto pela proibição da China, mas também fazem parte de uma tendência global crescente em direção à sustentabilidade e responsabilidade ambiental.

Desafios e Oportunidades: O comércio de recicláveis para a China enfrenta desafios, mas também oferece oportunidades de desenvolvimento de infraestrutura de reciclagem e inovação tecnológica em todo o mundo.

Como entender as oportunidades para consultores em comércio de recicláveis nos países exportadores?

As oportunidades para consultores em comércio de recicláveis em países exportadores estão crescendo devido às mudanças no mercado global de recicláveis e à crescente consciência ambiental. Para entender essas oportunidades, é importante considerar vários aspectos:

  • Estratégias de Mercado e Diversificação: Consultores podem auxiliar na identificação e exploração de novos mercados para recicláveis. Isso inclui a análise de tendências de mercado, avaliação da demanda em potenciais países importadores e orientação sobre normas e regulamentos internacionais.
  • Melhoria da Qualidade dos Recicláveis: Há uma necessidade crescente de melhorar a qualidade dos recicláveis para atender aos padrões internacionais. Consultores podem oferecer expertise em tecnologias de processamento, técnicas de separação eficientes e práticas de gestão de qualidade.
  • Desenvolvimento de Infraestrutura de Reciclagem Local: Consultores podem desempenhar um papel vital no planejamento e implementação de infraestruturas de reciclagem localmente eficientes. Isso pode incluir o design de sistemas de coleta seletiva, instalações de processamento e estratégias de logística.
Impacto Global Positivo: Ao orientar empresas e governos a adotar estratégias de comércio de recicláveis, os consultores podem desempenhar um papel fundamental na redução de resíduos, na preservação de recursos naturais e na mitigação das mudanças climáticas.
Consultoria em Ascensão: Consultores especializados em comércio de recicláveis estão em alta demanda. Com a crescente conscientização sobre sustentabilidade e a busca por soluções ambientalmente responsáveis, os consultores têm a oportunidade de impulsionar práticas de reciclagem eficazes e lucrativas em todo o mundo.
  • Políticas e Regulamentações: Oferecer consultoria sobre políticas ambientais e regulamentações relacionadas à reciclagem pode ser uma área crucial. Isso inclui orientação sobre conformidade regulatória, gestão de riscos e políticas governamentais de incentivo.
  • Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa: Consultores podem auxiliar empresas a desenvolverem práticas sustentáveis, integrando a reciclagem em suas operações e melhorando a responsabilidade corporativa.
  • Inovação e Desenvolvimento de Produtos: Ajudar empresas a inovar no uso de materiais reciclados em novos produtos ou embalagens pode criar valor adicional e abrir novos mercados.
  • Educação e Treinamento: Oferecer treinamento e educação sobre melhores práticas de reciclagem e gestão de resíduos pode ser outra área de atuação para consultores.
  • Parcerias e Networking: Estabelecer redes e parcerias entre diferentes partes interessadas, incluindo governos, indústrias e organizações não governamentais, é fundamental para impulsionar o comércio de recicláveis.

Essas oportunidades refletem a necessidade de adaptação e inovação no setor de reciclagem, oferecendo um campo fértil para consultores especializados.

Modelo Sustentável: A China está estabelecendo um modelo sustentável para o comércio global de recicláveis, inspirando outros países a adotar práticas mais ecológicas e contribuindo para um futuro mais verde.

Como se especializar em comércio de recicláveis?

Para quem está interessado em se especializar no comércio de recicláveis, o curso oferecido pelo Virapuru Training Center é uma excelente opção. O curso, ministrado pelo Prof. Gleysson B. Machado, um especialista renomado em negócios sustentáveis, oferece um aprofundamento abrangente na indústria da reciclagem. Ele cobre aspectos cruciais como gestão de resíduos, precificação, negociação e identificação de materiais valiosos.

Comércio de recicláveis para a China
O Prof Gleysson B Machado é atualmente uma das maiores autoridades em consultoria para o comércio de recicláveis do planeta. Autor do único curso para formar profissionais da área, o Professor é formado na Alemanha onde tem ampla experiência no mercado de resíduos e energia.

O curso é projetado para ser prático e direto ao ponto, ideal para aqueles que procuram resultados rápidos e não querem se prolongar em estudos extensivos. As aulas são em formato de vídeo, facilitando o aprendizado. Os alunos aprenderão a identificar materiais recicláveis valiosos, a encontrar e negociar com compradores e fornecedores, e a entender a dinâmica da precificação no mercado internacional de recicláveis.

Este curso é particularmente benéfico para quem busca uma fonte de renda extra ou está considerando uma carreira no setor de reciclagem. Com a crescente importância da sustentabilidade e do manejo eficiente de resíduos, as habilidades adquiridas neste curso são altamente relevantes e aplicáveis.

Para mais informações sobre o curso e inscrições, visite o site da Virapuru Training Center.

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Gleysson B. Machado

Gleysson B. Machado

Sou especialista em transformar problemas ambientais em negócios sustentáveis. Formado em Dip. Ing. Verfahrenstechnik (Eng. Química) pela Universidade de Ciências Aplicadas de Frankfurt/M na Alemanha com especialização e experiência em Tecnologias para geração de Energia e Engenharia Ambiental. Larga experiência em Resíduos Sólidos com foco em Biodigestores Anaeróbios
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