LEI 12.187-2009 – POLÍTICA NACIONAL SOBRE MUDANÇA DO CLIMA

O que é a Lei 12.187/2009 - Política Nacional sobre Mudança do Clima? Quais as motivações que deram origem à Política Nacional sobre Mudança do Clima do Brasil? Quais os objetivos da Lei 12.187/2009? Quais os instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima? Qual a importância da Lei 12.187/2009? Qual a ligação da Política Nacional sobre Mudança do Clima e a Política Nacional de Resíduos Sólidos
O que é a Lei 12.187/2009 - Política Nacional sobre Mudança do Clima? Quais as motivações que deram origem à Política Nacional sobre Mudança do Clima do Brasil? Quais os objetivos da Lei 12.187/2009? Quais os instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima? Qual a importância da Lei 12.187/2009? Qual a ligação da Política Nacional sobre Mudança do Clima e a Política Nacional de Resíduos Sólidos?

COMPARTILHE

A Lei 12.187/2009, que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) no Brasil, foi uma resposta direta à crescente preocupação global com as mudanças climáticas. A motivação para a criação desta lei surgiu da necessidade de estabelecer um quadro legal e de políticas para lidar com os impactos das mudanças climáticas e para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. O Brasil, sendo um dos maiores emissores devido ao desmatamento e às atividades agrícolas, reconheceu a urgência de se comprometer com ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, alinhando-se assim com os esforços internacionais, como o Protocolo de Quioto e o Acordo de Paris.

Historicamente, a PNMC representou um passo significativo na legislação ambiental brasileira. Ela estabeleceu metas nacionais para a redução das emissões de gases de efeito estufa e promoveu a integração de políticas climáticas em diferentes níveis governamentais e setores econômicos. A lei também incentivou o desenvolvimento de estratégias de adaptação para lidar com os efeitos adversos das mudanças climáticas, como aumento do nível do mar, eventos climáticos extremos e perda de biodiversidade. A PNMC incentivou o desenvolvimento de tecnologias limpas, energias renováveis e práticas sustentáveis de uso da terra.

No entanto, a implementação da PNMC enfrenta desafios significativos. O principal deles é a necessidade de equilibrar o desenvolvimento econômico com a sustentabilidade ambiental, especialmente em um país com grande dependência de recursos naturais para seu crescimento econômico. A fiscalização e o cumprimento das metas de redução de emissões representam outro desafio, exigindo esforços contínuos e comprometimento dos setores público e privado. Além disso, a sensibilização e a participação da sociedade são cruciais para o sucesso da política. A PNMC, portanto, não é apenas uma questão de legislação, mas também de transformação cultural e econômica em direção a práticas mais sustentáveis, evidenciando a necessidade de uma abordagem holística para lidar com as mudanças climáticas.

O que é a Lei 12.187/2009 – Política Nacional sobre Mudança do Clima? 

A Lei 12.187/2009 estabelece a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) do Brasil, um marco legislativo destinado a orientar as ações do país no enfrentamento das mudanças climáticas. Essa política tem como objetivo principal a redução das emissões de gases de efeito estufa, além de promover medidas de adaptação para lidar com os impactos das mudanças climáticas em território brasileiro.

Essa política representa um passo significativo do Brasil na luta global contra o aquecimento global, demonstrando compromisso com acordos internacionais e esforços de mitigação climática.
A Lei 12.187/2009 é crucial para o Brasil, estabelecendo diretrizes para reduzir emissões de gases de efeito estufa e promovendo ações contra as mudanças climáticas, essenciais para a sustentabilidade ambiental e o bem-estar das futuras gerações.

A história da PNMC está intimamente ligada ao reconhecimento crescente, tanto no Brasil quanto internacionalmente, da urgência em abordar as questões relacionadas às mudanças climáticas. No contexto global, o Brasil, como um dos maiores emissores de gases de efeito estufa, especialmente devido ao desmatamento e à queima de florestas, sentiu a necessidade de adotar uma postura mais proativa e responsável. A lei foi uma resposta a compromissos internacionais como o Protocolo de Quioto e, mais tarde, o Acordo de Paris, refletindo a participação ativa do Brasil nas discussões e acordos climáticos globais.

Além de estabelecer metas de redução de emissões, a PNMC promove o desenvolvimento sustentável por meio do incentivo ao uso de energias renováveis, à conservação e ao uso sustentável das florestas e ao aumento da eficiência energética em diversos setores da economia. Essa lei também visa integrar ações de mudança do clima em diferentes níveis de governo e setores da economia, abordando de forma abrangente a questão das mudanças climáticas.

A Lei 12.187/2009 é um passo crucial na trajetória do Brasil para uma economia mais sustentável e resiliente, alinhando as necessidades de desenvolvimento do país com a urgente necessidade de proteção ambiental e mitigação dos impactos das mudanças climáticas.

Quais as motivações que deram origem à Política Nacional sobre Mudança do Clima do Brasil? 

A Política Nacional sobre Mudança do Clima do Brasil, estabelecida pela Lei 12.187/2009, foi motivada por uma série de fatores ambientais, políticos e socioeconômicos, em um contexto de crescente conscientização global sobre as mudanças climáticas.

Lei 12.187/2009 - Política Nacional sobre Mudança do Clima. Em Brasília, a Lei 12.187/2009 é essencial para direcionar políticas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, promovendo um futuro mais sustentável para a capital."
A Lei 12.187/2009 impulsiona o desenvolvimento de tecnologias limpas e renováveis, essencial para um futuro energético sustentável e para a redução da dependência de combustíveis fósseis.

Datas e eventos chave influenciaram a criação desta política:

  • Conscientização Global (Década de 1990 em diante): A crescente preocupação global com as mudanças climáticas, especialmente após a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (ECO-92) realizada no Rio de Janeiro em 1992, impulsionou muitos países, incluindo o Brasil, a considerar políticas climáticas mais robustas.
  • Protocolo de Quioto (1997): A adoção do Protocolo de Quioto, que entrou em vigor em 2005, foi um marco importante. Este tratado internacional definiu metas de redução de emissões de gases de efeito estufa para os países desenvolvidos, influenciando políticas climáticas em todo o mundo, incluindo o Brasil.
  • Conferência de Bali (COP 13, 2007): A Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima em Bali gerou o “Plano de Ação de Bali”, que incentivou todos os países a tomarem medidas significativas contra as mudanças climáticas. Esta conferência destacou a importância de esforços nacionais, incluindo os de países em desenvolvimento como o Brasil.
  • Conferência de Copenhague (COP 15, 2009): Embora a COP 15 não tenha resultado em um novo acordo global, ela elevou a questão das mudanças climáticas a um patamar de urgência, pressionando nações, incluindo o Brasil, a adotarem políticas nacionais mais assertivas.
  • Pressões Internas e Externas: O Brasil, como um dos maiores emissores devido ao desmatamento e às atividades agrícolas, estava sob pressão para contribuir efetivamente para os esforços globais de mitigação das mudanças climáticas.

Esses eventos e a crescente pressão internacional levaram o Brasil a formalizar a Política Nacional sobre Mudança do Clima em 2009, demonstrando um compromisso com a redução de emissões de gases de efeito estufa e com a implementação de estratégias de adaptação às mudanças climáticas.

Quais os objetivos da Lei 12.187/2009? 

A Lei 12.187/2009, que estabelece a Política Nacional sobre Mudança do Clima do Brasil, tem objetivos claros e ambiciosos, visando abordar de forma eficaz as questões relacionadas às mudanças climáticas. Os principais objetivos desta lei incluem:

  • Redução das Emissões de Gases de Efeito Estufa: Estabelecer metas nacionais para a redução das emissões de gases de efeito estufa, em consonância com os compromissos globais do Brasil, visando contribuir para o esforço internacional de mitigação das mudanças climáticas.
  • Promoção do Desenvolvimento Sustentável: Incentivar práticas que promovam o desenvolvimento sustentável, integrando questões climáticas nas políticas econômicas e sociais, e assegurando que o crescimento econômico do país esteja alinhado com a proteção ambiental.
  • Fomento às Energias Renováveis: Incentivar a utilização e o desenvolvimento de fontes de energia renovável, reduzindo a dependência de fontes de energia fóssil, que são grandes emissores de gases de efeito estufa.
  • Conservação e Uso Sustentável de Florestas: Promover a conservação e o uso sustentável das florestas, reconhecendo seu papel crucial na absorção de carbono e na manutenção da biodiversidade.
  • Adaptação às Mudanças Climáticas: Desenvolver e implementar estratégias para a adaptação às mudanças climáticas, a fim de reduzir a vulnerabilidade de populações, ecossistemas e setores econômicos aos impactos adversos do fenômeno.
  • Fomento à Pesquisa e Educação: Incentivar a pesquisa, a inovação tecnológica e a educação relacionadas às mudanças climáticas, visando melhor compreensão e gestão dos impactos climáticos.
  • Articulação com Políticas Locais e Internacionais: Assegurar a integração da política nacional com as políticas estaduais e municipais relacionadas ao clima, bem como alinhar as ações do Brasil com as diretrizes e acordos internacionais sobre mudanças climáticas.

Esses objetivos refletem o compromisso do Brasil em enfrentar as mudanças climáticas de forma integrada e multifacetada, abordando tanto a mitigação quanto a adaptação, e integrando as questões climáticas em diversas áreas de política e planejamento.

Quais os instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima? 

A Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), estabelecida pela Lei 12.187/2009 no Brasil, emprega diversos instrumentos para atingir seus objetivos de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

Lei 12.187/2009 - Política Nacional sobre Mudança do Clima A Política Nacional sobre Mudança do Clima promove a conscientização e a educação ambiental, incentivando práticas sustentáveis e uma maior participação da sociedade na proteção do meio ambiente
Através desta lei, o Brasil reconhece a necessidade de adaptação às mudanças climáticas, preparando-se para impactos como eventos climáticos extremos e alterações nos ecossistemas.

Esses instrumentos são essenciais para a implementação efetiva da política e incluem:

  • Planos de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento: Estes planos são focados nas principais áreas de desmatamento, como a Amazônia e o Cerrado, visando reduzir as emissões de gases de efeito estufa provenientes dessa fonte.
  • Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima): Um fundo destinado a financiar projetos e estudos que contribuam para a mitigação das mudanças climáticas e a adaptação aos seus efeitos.
  • Inventários Nacionais de Emissões de Gases de Efeito Estufa: A realização periódica de inventários para monitorar e informar as emissões de gases de efeito estufa do país.
  • Planos Setoriais para a Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas: Planos específicos para setores como energia, agricultura, indústria e transporte, visando a redução das emissões de gases de efeito estufa.
  • Zonas de Máximo e Mínimo Impacto Ambiental: Identificação e regulamentação de áreas sujeitas a impactos significativos das mudanças climáticas, para orientar políticas de uso do solo e conservação.
  • Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL): Incentivos para projetos que reduzam as emissões de gases de efeito estufa, seguindo os critérios estabelecidos pelo Protocolo de Quioto.
  • Promoção de Tecnologias Limpas e Eficientes: Incentivos para pesquisa, desenvolvimento e difusão de tecnologias que sejam eficientes do ponto de vista energético e que reduzam as emissões.
  • Educação e Conscientização Pública: Programas e campanhas para aumentar a consciência pública sobre as mudanças climáticas e incentivar práticas sustentáveis.
  • Integração com Políticas Públicas: Articulação da política climática com outras políticas públicas, para garantir uma abordagem integrada e eficiente.

Esses instrumentos são fundamentais para que a Política Nacional sobre Mudança do Clima atinja seus objetivos, promovendo a mitigação das emissões de gases de efeito estufa e preparando o país para lidar com os impactos das mudanças climáticas.

Qual a importância da Lei 12.187/2009? 

A Lei 12.187/2009, que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) no Brasil, é de vital importância por várias razões:

  • Compromisso com a Mitigação Climática: A lei marca o compromisso do Brasil em enfrentar as mudanças climáticas. Ao estabelecer metas de redução de emissões de gases de efeito estufa, ela coloca o país na vanguarda dos esforços globais para mitigar o aquecimento global.
  • Desenvolvimento Sustentável: A PNMC promove o desenvolvimento sustentável, integrando ações climáticas nas políticas econômicas e sociais do Brasil. Isso incentiva práticas que não apenas protegem o meio ambiente, mas também oferecem oportunidades de crescimento econômico verde.
  • Preservação da Biodiversidade e dos Ecossistemas: A lei reconhece a importância das florestas brasileiras, especialmente a Amazônia, no equilíbrio do clima global. Proteger esses ecossistemas é crucial para a conservação da biodiversidade e para a absorção de carbono.
  • Resiliência e Adaptação: Além da mitigação, a lei também aborda a necessidade de adaptação às mudanças climáticas, preparando o Brasil para lidar com os impactos, como eventos climáticos extremos e alterações no regime de chuvas.
  • Inovação e Tecnologia: A PNMC incentiva a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias limpas e renováveis, posicionando o Brasil como um potencial líder em inovação ambiental.
  • Responsabilidade Internacional: A adoção da lei demonstra o compromisso do Brasil com acordos climáticos internacionais, como o Protocolo de Quioto e o Acordo de Paris, reforçando a imagem do país como um ator responsável no cenário global.
  • Conscientização e Participação Pública: A lei também promove a conscientização sobre as mudanças climáticas e incentiva a participação pública, fundamental para a mudança de comportamentos e adoção de práticas mais sustentáveis.

Portanto, a Lei 12.187/2009 é um marco na política ambiental brasileira, representando um passo importante na direção de um futuro mais sustentável e resiliente às mudanças climáticas.

Qual a ligação da Política Nacional sobre Mudança do Clima e a Política Nacional de Resíduos Sólidos?

A Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), estabelecida pela Lei 12.187/2009, e a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei 12.305/2010, estão intrinsecamente ligadas em seus objetivos e abordagens. Ambas as políticas fazem parte dos esforços do Brasil para promover a sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento sustentável, e a interseção entre elas é evidente em vários aspectos:

  • Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa: A PNRS tem como um de seus objetivos a diminuição do volume de resíduos enviados para aterros, o que contribui diretamente para a redução das emissões de metano, um potente gás de efeito estufa. Essa ação está alinhada com os objetivos da PNMC de reduzir as emissões de gases de efeito estufa do Brasil.
  • Gestão Sustentável de Resíduos: A PNRS promove práticas de gestão de resíduos que são mais sustentáveis e eficientes, como a reciclagem e a compostagem, que diminuem o impacto ambiental dos resíduos. Estas práticas ajudam a mitigar as mudanças climáticas, um dos principais focos da PNMC.
  • Economia Circular e Baixo Carbono: Ambas as políticas incentivam a transição para uma economia circular e de baixo carbono, onde os recursos são utilizados de maneira mais eficiente e sustentável. A reutilização e reciclagem de materiais, promovidas pela PNRS, reduzem a necessidade de extração e processamento de matérias-primas, contribuindo para as metas de baixa emissão de carbono da PNMC.
  • Conscientização e Educação Ambiental: Tanto a PNMC quanto a PNRS enfatizam a importância da conscientização e educação ambiental como ferramentas para mudança de comportamento da sociedade, crucial para o sucesso de ambas as políticas.
  • Legislação Integrada para o Desenvolvimento Sustentável: As duas políticas representam esforços legislativos complementares que visam integrar a proteção ambiental com o desenvolvimento econômico e social. Elas demonstram o compromisso do Brasil em abordar os desafios ambientais de maneira holística e integrada.

Portanto, a PNMC e a PNRS estão conectadas em seus esforços para enfrentar as questões ambientais e climáticas, trabalhando juntas para promover um futuro mais sustentável e resiliente.

Qual a ligação da Política Nacional sobre Mudança do Clima e a Política Nacional de Resíduos Sólidos?

O Plano Nacional sobre Mudanças do Clima definiu metas para a recuperação do metano em instalações de tratamento de resíduos urbanos e meta para ampliação da reciclagem de resíduos sólidos para 20% até o ano de 2015.

Acesse o conteúdo completo da Lei 12.187/2009 – Política Nacional sobre Mudança do Clima

 Lei 11.107/2005 - Lei Federal dos Consórcios Públicos
A Política Nacional de Resíduos Sólidos do Brasil é estruturada principalmente pela Lei 12.305/2010, complementada por regulamentações específicas. Essa legislação abrangente estabelece diretrizes para a gestão e o manejo responsável de resíduos sólidos, promovendo a reciclagem, reutilização, e redução na geração de resíduos, visando a sustentabilidade ambiental e a responsabilidade compartilhada entre governo, empresas e sociedade.

A Lei 12.305/2010 institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que é um marco regulatório completo para o setor de resíduos sólidos. A Política Nacional de Resíduos Sólidos harmoniza-se com diversas outras leis, compondo o arcabouço legal que influirá na postura da totalidade dos agentes envolvidos no ciclo de vida dos materiais presentes nas atividades econômicas.

Para entender mais sobre esse arcabouço de Leis, clique em uma das leis abaixo:

Descubra o mundo da gestão de resíduos com a VirapuruFlix! Acesse cursos e mentorias exclusivos sobre reciclagem, tratamento de resíduos e sustentabilidade. Ideal para empresários e ambientalistas que buscam inovar e liderar no mercado verde.
Amplie seu conhecimento em resíduos sólidos com a VirapuruFlix. Com conteúdo técnico avançado, é perfeito para acadêmicos e profissionais do setor ambiental. Assine e mantenha-se atualizado com as melhores práticas e tecnologias!
Gleysson B. Machado

Gleysson B. Machado

Sou especialista em transformar problemas ambientais em negócios sustentáveis. Formado em Dip. Ing. Verfahrenstechnik (Eng. Química) pela Universidade de Ciências Aplicadas de Frankfurt/M na Alemanha com especialização e experiência em Tecnologias para geração de Energia e Engenharia Ambiental. Larga experiência em Resíduos Sólidos com foco em Biodigestores Anaeróbios
Agora é a sua vez. Você acha que consegue contribuir com o conteúdo acima? Deixe seu comentário!

NOSSOS CURSOS

LEIA TAMBÉM

O lixão a céu aberto é uma área onde resíduos são descartados sem tratamento, causando graves problemas ambientais. Eles poluem o solo, a água e o ar, afetando a saúde pública e a biodiversidade. Esses locais refletem falhas na gestão de resíduos e na conscientização ambiental, exigindo soluções urgentes para minimizar seus impactos nocivos.
Aspectos Ambientais
Gleysson B. Machado

LIXÃO A CÉU ABERTO – O QUE É E POR QUE DEVE SER EXTINTO

O que é um Lixão a céu aberto? Como surge um Lixão a céu aberto? Quais os problemas ambientais causados por um Lixão a céu aberto? Quais os problemas sociais causados por um Lixão a céu aberto? Quais os problemas econômicos causados por um Lixão a céu aberto? Por que a existência de lixões coloca em risco o emprego dos profissionais da área ambiental? Como trabalhar para eliminar os Lixões a céu aberto?

veja Mais »
A reciclagem de gesso é fundamental para mitigar os impactos ambientais da indústria da construção civil. Ao evitar o descarte inadequado, reduzimos a sobrecarga de aterros sanitários e a contaminação do solo e da água. Além disso, a reciclagem do gesso possibilita a reutilização de materiais valiosos, contribuindo para a preservação de recursos naturais.
Indústria dos Recicláveis
Gleysson B. Machado

RECICLAGEM DE GESSO

O que é e pra que serve o gesso? Como é fabricado o gesso? Como são gerados os resíduos de gesso? Quais os problemas causados pelos resíduos de gesso? Como é feita a reciclagem do gesso? Como ganhar dinheiro com reciclagem de gesso? Precisa de ajuda para montar um projeto de reciclagem de gesso?

veja Mais »