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dezembro 12, 2013
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O Processo de Marrakesh

O Plano de Johanesburgo (aprovado na Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, ou Rio+10, em 2002) propôs a elaboração de um conjunto de programas, com duração de dez anos (10 Years Framework Program), que apoiasse e fortalecesse iniciativas regionais e nacionais para promoção de mudanças nos padrões de consumo e produção.

A fim de cumprir esse mandato, foi estabelecido sob a coordenação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (UNDESA), o Processo de Marrakesh(1), que contou também com a participação essencial de governos nacionais, agências de desenvolvimento, setor privado, sociedade civil e outros atores.

Mecanismos do Processo de Marrakesh em PCS

Mecanismos do Processo de Marrakesh em PCS

Mecanismos do Processo de Marrakesh em PCS

A adesão ao Processo de Marrakesh pressupôs o desenvolvimento de atividades que conduzissem à elaboração do Plano de Ação. Para ajudar nessa empreitada, o PNUMA e seus parceiros criaram sete Forças-Tarefa (Task Forces)(2), cada qual encarregada de um tema no contexto do “10-Year Framework of Programmes on SCP – 10YFP” (Johanesburgo 2002) – os resultados deste primeiro marco de programa foram apresentados durante a Décima Nona Comissão de Desenvolvimento Sustentável (CDS 19) da ONU, realizada em Nova York em maio de 2011 e, embora a proposição estivesse aprovada pelos membros do grupo de trabalho, não foi tomada a decisão que viabilizasse a implementação do programa a partir de 2012. O Brasil defende que o processo seja retomado durante a Rio+20.

Seu futuro depende do seu preparo. Tome a decisão que vai mudar a sua vida assim como mudou a dos nossos alunos. Matriculas abertas somente até o dia 06/05/2019!

As Task Forces (Forças-Tarefa de Marrakesh – MTF) contaram com a participação de especialistas de países desenvolvidos e em desenvolvimento. Estes grupos consistiam iniciativas voluntárias, coordenadas pelos governos que, em cooperação com outros países, se propuseram a realizar um conjunto de atividades em nível nacional ou regional, relatando avanços em relação aos objetivos traçados.

O intuito das Forças-Tarefa criadas foi o de reunir as experiências mais avançadas em PCS nos países para poder disseminá-las, incluindo manuais metodológicos.

O Brasil aderiu formalmente ao Processo de Marrakesh em 2007, comprometendo-se a elaborar seu Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS).

Forças-Tarefa de Implementação do Processo de Marrakesh

Forças-Tarefa de Implementação do Processo de Marrakesh

 

São 59 páginas bastante ilustradas e com links para alguns vídeos exclusivos. O conteúdo do eBook abrange A biodigestão anaeróbia, Fatores que influem na produção de biogás, As fases da biodigestão anaeróbia com informações detalhadas sobre a Hidrólise, Acidogênese, Acetogênese, Metanogênese e Sulfatogênese.

Referências

(1) A ONU nomeia os documentos e processos oficiais resultantes de suas reuniões de acordo com a cidade sede da reunião. Essa foi realizada em Marrakesh, no Marrocos em 2003, daí o nome Processo de Marrakesh.

(2) Forças-Tarefa: 1.Cooperação com a África (liderado pela Alemanha); 2.Produtos Sustentáveis (Reino Unido); 3.Estilos de Vida Sustentáveis (Suécia); 4.Compras Públicas Sustentáveis (Suíça); 5.Turismo Sustentável (França); 6.Edifícios e Construções Sustentáveis (Finlândia); 7.Educação para o Consumo Sustentável (Itália).

The Marrakech Process site

Fonte

Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis – PPCS

Ministério do Meio Ambiente

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About Gleysson B. Machado

Gleysson B. Machado

Sou especialista em transformar problemas ambientais em negócios sustentáveis. Formado em Dip. Ing. Verfahrenstechnik (Eng. Química) pela Universidade de Ciências Aplicadas de Frankfurt/M na Alemanha com especialização e experiência em Tecnologias para geração de Energia e Engenharia Ambiental. Larga experiência em Resíduos Sólidos com foco em Biodigestores Anaeróbios

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