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maio 5, 2013
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Projeto Cataforte dando resultados reais

Entenda como os catadores vem se transformando em empresários.

O que é o Projeto Cataforte? Quais os benefícios do projeto a cooperativa Coopertar? Entenda como catadores vem se tornando empresários.

Você já se perguntou o que leva uma pessoa a se tornar um catador? Sem muito esforço se pode enumerar dezenas de fatores que culminam para se chegar nessa condição. Entre todos, o principal item dessa lista é a falta de qualificação profissional, e em alguns casos o analfabetismo. Dessa forma, a pessoa se torna catador pela falta de oportunidades, ou por não enxergar melhores perspectivas de vida. Se nos aprofundarmos na questão passaríamos horas e horas debatendo a respeito dos motivos. Porém o objetivo dessa conversa não é apontar as causas, mas sim as soluções. Quais iniciativas podemos tomar para dar mais dignidade e melhores condições de vida para os catadores?

As cooperativas de catadores têm se mostrado bastante eficaz na melhoria da condição social e econômica dos trabalhadores. E isso se reflete na realidade pois, há 800 mil catadores no Brasil. Destes 30,4 mil trabalham de forma organizada em 1.175 cooperativas. Esses guerreiros separaram 2.329 toneladas/dia de resíduos recicláveis, equivalente a R$ 56,4 milhões/ano (CEMPRE, 2013).

“A união faz a força”

Nada é mais gratificante do que ser visto como um consultor(a) ambiental bem sucedido e ser devidamente remunerado por isso. E ainda por cima impactar de maneira positiva a vida dos catadores. Descubra como montar uma CENTRAL DE TRIAGEM e ouça a história inspiradora dos catadores da Coopertar.

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O que é o Projeto Cataforte?

O Projeto Cataforte, uma iniciativa do Governo Federal e Banco do Brasil, mostra mais uma vez que veio. Assumiu dessa forma a bela missão de apoiar catadores de material reciclável ou reutilizável financeiramente e também com qualificação profissional.

Quais os benefícios do projeto a cooperativa Coopertar?

Na pequena cidade de Cacoal, Estado de Rondônia, um grupo de catadores se reuniu para criar a sua cooperativa Coopertar. A cooperativa é composta por 40 catadores e espera ter mais membros em breve.

O presidente da Coopertar, o Se Marcos Rodrigues, afirma que antes do incentivo, os catadores lucravam cerca de R$ 150. Assim não era suficiente para o sustento de suas famílias, porém agora de forma organizada, ficou mais simples buscar apoio.

Para melhorar ainda mais, a prefeitura de Cacoal colocou a disposição da cooperativa, dois caminhões com motoristas, combustível e meio de transporte para os membros da cooperativa, atendendo suas necessidades de logística.

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Veja essa reportagem da aplicação do Projeto Cataforte em Campo Grande-MS

Palavras chaves: cataforte 2018; projeto cataforte 2017; cataforte – negócios sustentáveis em redes solidárias; projeto cataforte banco do brasil; programa cataforte 2017; edital cataforte.

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About Gleysson B. Machado

Gleysson B. Machado

Sou especialista em transformar problemas ambientais em negócios sustentáveis. Formado em Dip. Ing. Verfahrenstechnik (Eng. Química) pela Universidade de Ciências Aplicadas de Frankfurt/M na Alemanha com especialização e experiência em Tecnologias para geração de Energia e Engenharia Ambiental. Larga experiência em Resíduos Sólidos com foco em Biodigestores Anaeróbios

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1 Comments

  • romin
    2013-07-25 22:42

    eu nao sou catador de reciclavel mais tenho uma ideia muito boa .olha nao se ve uma latinha de aluminio jogada na rua por q ora o preço e muito bom vc imaginao se plastico papel vidro etc tiveçem um bom preço so iriam pro lixo coisas organica os catadores teriam uma boa renda e os municipios nao teriam muito com oq se preocupar com este tipo de material pensem nisto vamos valorizar o nosso lixo

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